quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

FLAGELADO


Sugaste féu de minhas entranhas;
Num golfar grotesco espeliste teus anseios em meu peito cansado;
Arranha minha pele com tuas unhas negras e faça meu peito descansar outra vez...


A dor que me causa, as agruras a que me submeto são para agradar-te;
                                                  A espera é veneno que mata lentamente...
Ante esta desdita, minha carne treme e implora: arrebata-me!


Venha de uma vez por todas e me possua,
Ondas gélidas de saudade invadem meu sangue;
Faça com que estas ondas se tranformem em calor, calor nas tuas mãos.


  By Anndéia  


 

Nenhum comentário:

Postar um comentário