sábado, 17 de setembro de 2016

SEXO, DESEJO E TRAIÇÃO: COISAS DE MULHER!


Olá! Eu sou a Mônica! E vim aqui para contar minha história.
Me apaixonei, segui meu coração e me envolvi com um homem casado. Não posso dizer que me arrependo. Mesmo se me arrependesse, hoje, ainda não me vejo em condições de ter agido diferente naquela ocasião.
A parte boa de se apaixonar é se sentir viva! E lá estava eu: apaixonada, senhora de minha vontade, desafiadora e determinada a prosseguir diante de todo e qualquer limite imposto pela razão. Risquei do vocabulário a palavra “não”! Me permiti!
Se a consciência me cobrou? - Sim, cobrou inúmeras vezes! Só que não fazia nenhum sentido eu deixar de lado minha vontade, meu desejo, minha felicidade, desprezar a sensação excitante de sangue correndo quente nas veias... Não fazia sentido, como hoje ainda não faz sentido, deixar de lado ou ignorar tudo o que senti.
Demorou mas passou, agora não sofro mais pelo rompimento! Só ficaram boas lembranças! As lembranças ruins foram jogadas ao vento e levadas para bem longe, assim como meu ex amante, perderam se no tempo e no espaço.
Minha avó já dizia: "tudo o que começa errado, termina errado!". É verdade! Tanto quanto é verdade que existem coisas que começam errado e seguem por muito, muito tempo erradas antes de terminar. Então não me sinto tão mal assim, afinal foram poucos os meses que mantivemos este relacionamento proibido.
Sinceramente, tenho certeza que fiz um favor para a mulher do Marcelo. Deixei ele mais feliz, mais bem disposto e, por se sentir culpado, se tornou muito mais carinhoso com ela. Como sei? - Ele me contava!
Esta é a parte chata de um relacionamento a três, uma das partes sempre se prejudica mais. Neste caso, fui eu esta parte! Fui prejudicada porque investi meu tempo em uma história que já tinha um final infeliz escrito desde o primeiro dia.
Nos últimos tempos, tenho me sentido um pouco triste, e quando isto acontece, saio para fazer algumas compras ou para conversar com uma amiga e logo passa. Não, esta tristeza que vezes sinto, não se trata de vontade de voltar ao passado, nem de auto punição, trata-se de um vazio, uma carência... São coisas de mulher! Deve ser vazio de estômago por conta do regime que estou fazendo ou, talvez, somente a carência de uma barra de chocolate, meio amargo o meu preferido. 

 

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