quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Sexo, Desejo e Traição: a estória!


Todos nós já estamos cansados de saber que sexo é bom, desejar não é pecado e que traição só aponta aquele que não trai (ou, aponta aquele que trai mas quer disfarçar! eitaaaa!).
Tenho uma estória pra contar, vamos ver se alguém no mundo real que já tenha presenciado/vivenciado algo assim... Porque eu, com certeza, não presenciei e não vivenciei (ou, talvez eu só esteja dizendo isto para disfarçar! risos). Vamos ver!
Mônica é uma mulher de temperamento forte, detentora de um enorme potencial de bondade e amor, trabalhadora, relativamente honesta (já que vez em quando sonega impostos), bonita, inteligente e sem namorado (no momento).
Aquilo que Mônica mais deseja é encontrar um homem que a admire, a paparique, a leve pra passear, a faça rir, a ajude a arrumar a mesa e a desarrumar a cama. Tola, esta moça! (risos).
No trabalho entra um novo gerente para fazer parte da outra equipe, o  Marcelo! O Rapaz é sério, dedicado, charmoso (bonito de tão charmoso), atencioso e inteligente! Ah, ia esquecendo do detalhe, Marcelo é casado (muito bem casado!).
Mônica, mira o cara da cabeça aos pés, enquanto o assiste expor um novo projeto que implantará na empresa. E, resultado, nada a desejar! De verdade, nada que a faça desejá-lo. Só que esta constatação não bastou pra Mônica! O moço nem sequer satisfazia seu gosto quanto ao tipo físico mas era "diferente". 
Sabe o que Marcelo tinha de diferente? - Ele não havia reparado que Mônica existia! (Isso é demais pra muitas de nós mulheres, a indiferença!).
A Mulher começa então a tomar café, sair pra almoçar, fazer happy-hour com a turma, ler artigos, cuidar da aparência com ainda mais esmero... Tudo por que e para que? - Porque o Menino toma sai faz e lê! E para o Menino querer olhar! - Dá certo e começam uma boa amizade...
Marcelo, que antes nem a percebia, agora já não consegue deixar de  olhá-la! Até que um dia deixa de ignorar os artifícios de Mônica para conquistá-lo. Começa a corresponder e até a incentivá-la! (Se tem uma coisa que homem gosta é de massagem no ego, se sentir galã! ).
Aos poucos, ambos se envolvem e fazem um acordo do tipo: "vamos deixar rolar, o que tiver de ser será, o que é do homem é o homem que come"! 
Quem dos dois é mais feliz? - Difícil definir, no começo!
Com o passar dos meses - vem a constatação de que ambos não conseguem mais dar continuidade à relação (já que não há possibilidade de Marcelo largar esposa e filhos nem possibilidade de Mônica prosseguir sendo somente amante) - rompem-se os laços. Simples assim! #Só-que-não!
... Eis a estória! - Agora, observando, somente pelo prisma emocional-mental-espiritual... Vamos refletir: será que somos capazes de compreender Mônica, será que podemos apontar o dedo em sinal de desaprovação à conduta de Marcelo, será que havia como evitar a desilusão e a dor que foram geradas pela atitude de ambos? 
- Melhor buscarmos mais informações... Caso a Mônica queira assumir a estória como sendo dela - pois precisará ter coragem, vou pedir a ela pra nos dizer: - como se sente; - como se vê; - qual seu aprendizado; e tudo o que quiser dizer.  Afinal, não me custa pedir! (risos).

Imagem: www.flickriver.com

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